Após algum tempo sem atualizar o blog, aproveitamos o início
do ano para o fazer, trazendo-vos o relato da nossa experiência mais recente.
Tudo começou com uma aposta. Queríamos ver quem aguentava
mais tempo sem tentar nada de carácter sexual com o outro. Quem perdesse tinha
de fazer um striptease ao outro. Depois de estar uma semana sem qualquer
contacto físico com a Afrodite, chego a casa dela, onde me recebe apenas com um
robe muito curto, deixando antever as suas nádegas firmes e as pernas elegantes.
Fomos para o quarto e não resisti – meti de imediato os dedos na vagina que,
por aquela altura, escorria já de tanta vontade. Tinha perdido a aposta! Tinha
de lhe fazer um striptease!
Nunca tive muito jeito para tal, pelo que não era algo que
me deixava muito confortável. Mas aposta é aposta, e chegou o dia em que tive
de a pagar. Não se contentando com o strip, a Afrodite pediu ainda que a
violasse de forma bruta.
- Queres mais alguma coisa? – perguntei eu.
- Quero que me fodas toda! – é raro ela dizer algo do
género, por isso apercebi-me que ela queria que fosse mesmo bruto, que a
tratasse como uma autêntica escrava.
- Esta noite não vamos fazer amor então, vamos foder! Vais
ficar toda aberta! - respondi-lhe.
Fomos para o quarto e disse-lhe que se sentasse numa
cadeira. A música começou a tocar e, de forma desajeitada, comecei a (tentar)
movimentar-me de forma sensual e a tirar a roupa. Via-se que ela estava a
gostar e a ficar com vontade. Quando me aproximava, não resistia a percorrer o
meu corpo com as mãos, a apalpar-me o pénis, que estava mais duro que nunca!
Quando estava já só com os boxers vestidos, puxo-a para mim, fazendo com que se
levantasse. Rodei-a para que ficasse de costas e, abruptamente, empurrei-lhe a
cabeça para baixo. Com as mãos apoiadas na cadeira, ia esfregando o cu em mim,
em movimentos sensuais e ao ritmo da música que ainda tocava. Desapertei-lhe as
calças e baixei-as para que pudesse sentir melhor como eu estava duro. A partir
dali quem mandou fui eu! Se ela queria ser fodida, então era fodida que ia sair
do quarto!
Agarrei nela e atirei-a para cima da cama. Baixei os boxers
e agarrei na mão dela para que me estimulasse. Pouco depois, tirei-lhe a
restante roupa e vi que as cuecas estavam encharcadas. Sabia que devia estar
molhada. Pequei na mão dela e fiz com que se masturbasse para eu ver. Não há
nada que me excite mais! Quando vi que tinha os dedos embebidos no próprio
fluído, levei-os à boca dela para que se saboreasse, o que me deixou ainda mais
desejoso!
Com uma fita de cetim, amarrei-lhe as mãos e prendi-as à
cama. Enquanto lhe beijava e lambia as mamas, o pescoço, os ombros, ia-lhe
batendo com a mão sobre a vagina. As pequenas lambadas estavam a aquecê-la e a
fazer com que começasse a gemer. Como vi que estava a gostar, ajoelhei-me entre
as pernas dela e, com a mão, peguei no meu pénis e usei-o para bater com ele
sobre o clitóris já inchado da Afrodite. Estava a escorrer de tão molhada que
estava e, usando isso a meu favor, entrei repentinamente dentro dela, sentido
que não podia ir mais fundo. Levantei-lhe as pernas, que ficaram sobre os meus
ombros, e fui socando o pénis dentro dela, fazendo com que a Afrodite gemesse
cada vez mais alto. Quando senti que se estava quase a atingir o auge, tirei o
pénis e, segurando nas suas pernas para trás, lambi-a até se vir num ruidoso
orgasmo. Sem a deixar recuperar, coloquei-me sobre a cara dela, segurei-lhe na
cabeça contra a almofada para que ficasse imóvel e, fazendo eu os movimentos
ritmados, fodi-lhe a boca até a encher com o meu leite, que engoliu de seguida.
Sem descansar, peguei num vibrador e pressionei-o sobre o
clitóris dela enquanto lhe enfiava os dedos sem parar. Passado pouco tempo,
começou a gemer intensamente, como que se estivesse prestes a vir-se. Contudo,
apesar de esperar que o orgasmo chegasse, ela continuou incessantemente a gemer
e a contorcer-se durante alguns minutos. No fim disse-me que não sabia o que
tinha acontecido. Terá sido um orgasmo múltiplo? Nunca tinha sentido tanto
prazer, durante tanto tempo.
Ainda sem força nos músculos, ordenei-lhe que se virasse de
costas e ficasse de quatro. Ela obedeceu e arqueou as costas, empinando o cu,
como que a convidar-me que a penetrasse. Pressionei a cabeça dela contra a cama
para que ficasse com o cu ainda mais levantado e não hesitei em enfiar-lhe a
minha pila com toda a força na vagina já dorida. Fodi-a sem dó, agarrando-a
pelo pescoço, pelo cabelo, enquanto ela gemia e eu entrava cada vez mais fundo.
Quando me estava prestes a vir dei-lhe umas fortes lambadas nas nádegas, que a
fizeram gemer mais alto e que resultaram no meu orgasmo!
Por incrível que pareça, não foi o suficiente para me matar
a vontade e, no fim, ainda estava com tesão para mais uma ou duas voltas.
Contudo, não houve tempo para mais. Mas de certeza que a Afrodite vai
aproveitar para me acabar de satisfazer assim que possa!
Foi uma noite inesquecível e uma ótima forma de começar o
ano.
- Então gostaste da
violação? – perguntei depois.
- Venerei!!!
Eros